segunda-feira, 29 de junho de 2009

Clorador Embrapa

Montagem

Gustavo Laredo
Ilustrações: Antonio Figueiredo



O clorador é feito com os seguintes materiais, que podem ser comprados em lojas de material de construção:
1 bucha de redução soldável longa de 60 por 25 milímetros;(4)
3 tubos de PVC de 25 milímetros de diâmetro e 30 centímetros de comprimento (5,9,11);
3 adaptadores de 25 milímetros por 3/4 de polegada (1,12);
2 registros de esfera com borboleta em PVC de 3/4 de polegada (3,6);
1 nipel de 3/4 de polegada (7);
1 Te soldável de 25 milímetros (10);
1 Te soldável de 25 milímetros por 0,5 polegada com rosca (8);
1 torneira de jardim de 0,5 polegada (2);
Lixa especial para PVC;
Cola para PVC

Antes de começar a colar os tubos e conexões, pegue a lixa especial para PVC e limpe a superfície brilhante das extremidades dessas peças.

Feito isso, vá encaixando cada parte conforme mostra o desenho. Para facilitar a montagem, fixe primeiro a base do clorador para depois colocar os tubos e conexões da parte central do equipamento.

No cano de captação da água, que geralmente vem de um poço artesiano, cole um adaptador de 25 x 3/4'. Em seguida, fixe essa peça ao registro de esfera de 3/4', que será colado a outro adaptador de 25 x 3/4'.

Na extremidade de um dos tubos de 25 milímetros, encaixe esse adaptador. No outro lado do cano, cole o Te de 25 milímetros. Essa peça irá se fixar a outro tubo de 25 milímetros e, na parte superior, ao nipel de 3/4'. Na outra ponta desse cano, você irá colar o Te de 25 milímetros por 0,5 polegada com rosca, peça importante para fixar a torneira de jardim e a tubulação que levará a água até o reservatório.

Na parte central do clorador, o nipel de 3/4' é fixado de um lado ao Te de 25 milímetros e do outro ao segundo registro de esfera de 3/4'. Cole esta peça a um adaptador de 25 x 3/4' para, em seguida, encaixar o conjunto a um tubo de 25 milímetros de diâmetro. Este, por sua vez, será colado à bucha de redução. Para limpar a cola que sobra nas junções, passe mais uma vez a lixa especial para PVC.


Manuseio

Gustavo Laredo
Ilustrações: Antonio Figueiredo


Neste simples e barato jogo de montar, a maior facilidade, porém, está na hora de usá-lo. Basta, primeiro, comprar em lojas que vendam produtos para piscinas o cloro granulado, de preferência estabilizado, que normalmente contém 60% desse elemento químico. Mantenha essa substância longe do alcance de crianças e animais e tome cuidado na hora de manuseá-lo.

Para garantir água potável é rápido.
Feche o registro de entrada de água para oreservatório A . Em seguida, deixe a torneiraB aberta até que toda a água contida na tubulação escorra. Misture em meio copo com água uma colher rasa de café do cloro granulado até dilui-lo. Esta quantidade é o bastante para um reservatório com capacidade para 500 a mil litros de água.

Abra o registro do clorador C e despeje devagar a solução no receptor D . Procure evitar que a mistura borbulhe porque pode atingir os olhos. Feita essa operação, feche o registro do clorador, lave o recipiente com água limpa e tampe-o com uma placa de PVC. Por fim, abra novamente o registro da entrada de água A . Em apenas uma hora, a água do reservatório estará livre de germes e pronta para ser consumida. Essa operação pode ser realizada novamente após o uso da capacidade total da caixa d'água.



fonte: http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1008675-4528,00.html

como limpar sua caixa d'água


A) Feche o registro de entrada de água (ou amarre a bóia do reservatório) e então, esvazie o reservatório abrindo as torneiras e chuveiros.


B) Escove as paredes internas da caixa, e junte a sujeira (areia, pedra, folhas) e jogue fora.

C) Enxagüe as paredes e o fundo da caixa.

D) Feche as torneiras e chuveiros, encha a caixa toda e coloque 1/2 litro de água sanitária para cada 500 litros de água.
E) Espere 4 horas sem usar água.
F) Depois de 4 horas, abra todas as torneiras e chuveiros e deixe a água sair totalmente, até esvaziar a caixa.
G) Encha de novo e pode usar a água normalmente, sua caixa d’água está limpa.
H) Para garantir a saúde da sua família, verifique periodicamente o estado de sua caixa d’água. Faça uma boa limpeza, sempre que encontrar impurezas.


nosso projeto tem que contar com instruções desse tipo sobre a utilização e manutenção das caixas d'água e do espaço, assim como sobre o tratamento da água para torná-la potável, através de fervura ou mesmo cloração, segundo a tabela abaixo:

HIPOCLORITO DE SÓDIO 2,5%
VOLUME DA ÁGUA
DOSAGEM
MEDIDA PRÁTICA
TEMPO DE CONTATO
1000 LITROS
100 ml
2 copinhos de café descartáveis
30 minutos
200 LITROS
15 ml
1 colher de sopa
30 minutos
20 LITROS
2 ml
1 colher de chá
30 minutos
1 LITRO
0,05 ml
2 gotas
30 minutos

Clorador por difusão



O que é um clorador por difusão?

Nada mais é do que uma mistura de cloro em pó (340 g de hipoclorito de cálcio ou cal clorada) e areia lavada (850 g). Essa mistura é colocada em uma embalagem plástica (exemplo: embalagem plástica de água sanitária) de aproximadamente um litro de capacidade. São feitas perfurações de 0,6 cm de diâmetro a 10 cm abaixo do gargalo, para que o cloro possa sair (Fig.1). A função da areia é facilitar a liberação lenta do cloro para a água. Esse clorador já foi aprovado em vários outros países. No Brasil, a primeira utilização foi na comunidade de Bom Jardim, município de Ibirité-MG, com excelentes resultados.
O clorador só deve ser usado em poços revestidos, limpos e com tampa e ainda naqueles com profundidade mínima de três metros entre o espelho d'água e a superfície. Nos poços sem revestimento o cloro vai reagir com o barro e o material do solo formando compostos tóxicos e não vai ficar disponível para matar as bactérias e microorganismos porventura existentes na água.


Como se coloca o clorador por difusão na cisterna?

O clorador é colocado na cisterna com auxílio de um fio de nylon, que deve ser amarrado fora da cisterna, em qualquer ponto de apoio (geralmente na própria tampa), próximo à superfície.


Qual a quantidade de água que pode ser desinfetada e quanto tempo o clorador pode ficar colocado dentro do poço ou da cisterna?

Geralmente essa mistura é suficiente para tratar 1.000 litros de água. Em poços revestidos ou cisternas. Entretanto, quando a quantidade de água for superior a essa ou ainda, quando houver uma retirada diária muito grande de água, ou seja, rápida renovação do lençol d'água, pode ser necessário colocar mais um clorador.
O clorador pode permanecer durante 30 dias dentro do poço.

fonte: http://www.saude.rj.gov.br/agua_alimentos/cloradores.shtml

pesquisa de tratamento da água

comecei a pesquisar maneiras de adicionar cloro nas aguas das minas, já que o meu tio disse que poderiamos trata-las facilmente com cloro (para os usos que determinamos).

esse link é bem legal
http://www.clorafacil.com.br/#
qdo forem ler a respeito dos tipos de clorador (de poço ou mutiuso) cliquem em instalação e manutenção.

já esse link, é da embrapa e é uma solução fácil e barata:
http://www.catalogosnt.cnptia.embrapa.br/catalogo20/catalogo_de_produtos_e_servicos/arvore/CONTAG01_433_1411200614042.html

análise da água

o resultado da análise do INEA foi o seguinte:

mina1 - coliformes totais > 800 (ufc/100 ml)
escherichia coli : 90 (ufc/100 ml)

mina2 - coliformes totais > 800 (ufc/100 ml)
escherichia coli : 110 (ufc/100 ml)

mostrei para o meu tio o resultado e ele comentou que os índices de coliformes totais está relativamente baixo, pois nos índices tradicionais o parâmetro de comparação é >1200. já os de escherichia coli estão altos.

tendo em vista que as águas das minas são cristalinas e que não apresentam partículas sólidas, ele nos orientou a usarmos somente o cloro como medida de tratamento, e disse não ser
necessário os usos de filtros. claro que essa água não estará própria para a ingestão, mas estarão bem tratadas para os usos que determinamos. caso os usuários queiram ingerir tais águas,
basta submetê-las aos tratamentos caseiros, como a fervura.

enquanto me explicava isso, meu tio disse não ser tão surpreendente as águas precisarem apenas de cloro. ele comentou que quando ainda estava na faculdade fez um projeto "parecido", de represamento e tratamento das águas de um córrego de uma comunidade carente em Petrópolis e disse que o tratamento aplicado foi o de cloração.

some observations

Mina 1



Using lots of different buckets, all have different sizes.
The stone is used to rub the stains out of the clothes.





extra water is used from an external point. this source is
- more flexible.
- bring the water to the bucket instead of bringing the bucket to the water.
- one water distribution point is not enough when multiple people are washing clothes.
- current table could be a bit wider




when a bucket is filled with water, the bucket can be
heavy to put on the table. the height of the table is too
high and the ground floor is too low for soaking the
clothes.



1. table with multiple heights, so heavy buckets
don’t need to be pulled up very high.
2. a hose is attached to the two water distribution
points to provide a more flexible water




the height of the watersource is placed too high
to fill a big bottle.


just one distribution point with a hose that can
reach the whole washing area.

Mina 2


1. place the ‘ciaxa de agua’ underneath the tablespace.


some conclusions:
- make the water distribution points more flexible, so the user can bring the water to
the bucket instead of the bucket to the water.
- there should be more than one distribution point, but not too many, because the waterflow
is not very large.

'renders' das minas

[ download sketchup and rhino models ]

Mina 1:










Mina 2:







domingo, 28 de junho de 2009

Saneamento básico / Abastecimento de água

mais informações nos links abaixo:

http://www.saudepublica.web.pt/06-SaudeAmbiental/061-Aguas/AbastecimAgua_texto.htm#Tratamento_dom%C3%A9stico


http://www.sabesp.com.br/CalandraWeb/CalandraRedirect/?temp=4&proj=sabesp&pub=T&db=&docid=600967CDD4F6B9C0832571AE0059F4A4

Sistemas de abastecimento de água

recolhimento directa em rios, lagos, represas e fontes

Este tipo de abastecimento é mais usado em áreas rurais e áreas suburbanas sem sistema público de abastecimento, e a recolha de água é feita (a) manualmente, em vasilhames (potes, bilhas, latas) transportados para as habitações, ou (b) utilizando sistemas de bombagem. De modo a garantir-se uma qualidade satisfatória da água, devem adotar-se os seguintes cuidados:

- isolar o local de recolha, para evitar o acesso indiscriminado de pessoas e animais;

- não utilizar o local para outros fins, como banho, lavagem de roupa ou de animais;

- não construir fossas nas proximidades;

- não permitir o lançamento e deposição de resíduos sólidos ou líquidos, no manancial e nas suas proximidades;

- efetuar o "tratamento caseiro da água", como a filtração, a fervura e a desinfecção.

captação de água em poços e furos

A obtenção de água por este processo é mais frequente em zonas rurais e suburbanas não servidas pelo sistema público. Os poços podem classificar-se em (a) poços vulgares, escavados manualmente, (b) poços escavados mecanicamente, com escavadora ou através de injecção de água, e (c) poços perfurados, que podem subdividir-se em poços tubulares e furos. Enquanto que os poços vulgares e escavados mecanicamente são geralmente "rasos", os poços perfurados podem ser "rasos" (tubulares) ou "profundos" (furos). Para se garantir a qualidade da água de poços e furos, devem considerar-se os seguintes aspectos:

- poços e furos devem situar-se a uma distância mínima de 30 metros, de fontes potenciais de contaminação ou poluição, como sumidouros e valas de infiltração;

- a parte superior de poços e furos deve encontrar-se a um nível mais elevado que as fontes de contaminação e poluição que eventualmente existam nas proximidades;

- poços e furos devem ser cobertos com uma plataforma de betão com, pelo menos, um metro de largura, a qual deve apresentar um ligeiro declive para uma valeta, de modo a efectuar-se a drenagem de águas superficiais;

- na plataforma de betão dos poços e furos, a passagem dos tubos de aspiração deve ser bem estanque, para impedir a penetração de águas superficiais;

- na plataforma dos poços, a abertura de visita (para tarefas de inspecção, reparação e limpeza) deve apresentar uma saliência de, pelo menos, 8 centímetros de altura, e ter tampa impermeável;

- a parede interior dos poços deve ser protegida com um revestimento impermeável até, pelo menos, 3 metros abaixo e 30 centímetros acima do nível do solo;

- os poços devem ser sempre limpos e desinfectados após a sua construção ou reparação: (1º) lava-se com água as paredes interiores, (2º) seguindo-se a limpeza com uma solução clorada concentrada (100 mg/l de teor de cloro activo), (3º) efectua-se a cloragem da água, de modo que o seu teor em cloro atinja os 50 mg/l, (4º) agita-se e deixa-se repousar a água cerca de 12 horas, (5º) esvazia-se a água do poço, (6º) aguarda-se o seu enchimento de novo, e (7º) quando o teor de cloro residual descer para menos de 1 mg/l a água pode ser consumida;

- a retirada de água do interior dos poços não deve ser efectuada com vasilhame, mas através de bombagem manual ou mecânica. Quando a bombagem não for possível, pode utilizar-se um sistema de roldana com manivela, devendo adoptar-se cuidados especiais de higiene e limpeza para evitar a contaminação do balde ou da corda.

Tratamento doméstico da água

Existem alguns métodos de purificação e desinfecção da água que podem ser aplicados no domicílio, quando houver suspeita de contaminação da água da rede pública, ou quando a água de consumo provier dos sistemas individuais de abastecimento referidos anteriormente (recolha em rios, cisternas, poços, etc.).

Os principais processos de tratamento doméstico da água são a ebulição (fervura), a desinfecção química (iodo, cloro e seus derivados) e a filtração.


FILTRAÇÃO
É utilizada sobretudo para retenção de impurezas, devendo, portanto, ser o primeiro processo caseiro de tratamento da água. A sua capacidade de retenção de microrganismos é limitada e depende do tipo de filtro usado. No mercado existe uma grande variedade de filtros domésticos, de cerâmica porosa (filtros de vela), de carvão vegetal, e de areia ou saibro, este último menos eficaz na retenção de microrganismos.

EBULIÇÃO
A fervura da água a 100º C, durante 20 minutos, é um processo de desinfecção simples de executar e eficaz, pois extermina a totalidade dos microrganismos. Como a ebulição origina a libertação dos gases dissolvidos, podendo tornar a água um pouco desagradável ao paladar, recomenda-se o seu arejamento, passando-a de um recipiente limpo para outro.

DESINFECÇÃO QUÍMICA

> iodo (solução e comprimidos)
A tintura de iodo a 2-8% é um bom desinfectante; 2 gotas de tintura a 2% são suficientes para desinfectar 1 litro de água (4 gotas a 8% se a água estiver muito poluída), a qual deve ficar em repouso 30 minutos, pelo menos, antes de ser ingerida. No mercado também existem comprimidos de compostos iodados, preparados especificamente para a desinfecção da água de consumo.

>
derivados do cloro (solução, pó, grânulos e comprimidos)
O cloro e seus derivados são desinfectantes eficazes e fáceis de aplicar. O hipoclorito de cálcio concentrado (70% de cloro), sob a forma de grânulos, embora sendo um produto estável, não deve ser exposto à luz solar nem à humidade. A solução do mesmo químico a 1% (lixívia ou água de Javel) também é eficaz como desinfectante e muito fácil de aplicar; 3 gotas de uma solução de hipoclorito de sódio a 1% são suficientes para desinfectar 1 litro de água, a qual deve ficar em repouso cerca de 30 minutos, antes de ser ingerida. No mercado existem comprimidos de cloro, para desinfecção da água de consumo (com dosagem recomendada na bula que acompanha as embalagens).

Pesquisa de similares (3)


FIÃES DO RIO - Vila Real, Portugal

Pesquisa de similares (2)




NOVA PORTEIRINHA - Minas Gerais

Sob o sol forte, mulheres e meninas lavam roupa nas águas do Rio Gorutuba, que divide as cidades de Nova Porteinha e Janaúba, para ajudar no sustento da família.

Pesquisa de similares (1)










DHOBI GHAT DE SAAT RASTA - Mumbai, Índia

Maior lavanderia a céu aberto do mundo, um lugar extremamente pobre no qual homens lavam roupas na mão, em série. Labirintos cinzentos, de água e concreto, funcionam como o tanque para cerca de 200 famílias indianas. As roupas são esfregadas nas pedras. Após a limpeza, tudo passa por um tanque de goma antes de ser colocado para secar. A finalização é feita com um ferro de passar a carvão.
O trabalho é, basicamente, feito por homens dhobis - a casta indiana a quem cabe o serviço de lavanderia e como muitas das profissões da Índia, os lavadores aprendem seu ofício com os pais.
O local fica debaixo de um viaduto, no meio de uma favela, onde essas pessoas moram. Consequentemente não têm muito espaço e, por isso, as roupas secam em varais improvisados ou nos telhados dos barracos.
Hotéis, residências, hospitais mandam suas roupas para o dhobi ghat e raramente uma peça se perde.

Delimitação da proposta


Racionalização das águas de duas "minas" do morro Santa Marta. O projeto tratará do redesenho dessas "minas", locais onde as águas que descem das nascentes estão canalizadas e que os moradores utilizam como lavanderias comunitárias, além de tomarem banho e coletarem água para uso doméstico. Esse redesenho não tratará somente do espaço físico das "minas", mas também do tratamento e represamento da água que lá é utilizada.

sábado, 27 de junho de 2009

Life Saver

www.lifesaversystems.com

"British inventor Michael Prichard has designed a water bottle that cleans all bacteria and viruses out of any liquid"


no link abaixo tem um vídeo de demonstração:

http://www.lifesaversystems.com/press.html


terça-feira, 9 de junho de 2009

usos das minas

lavar roupa - tanque para esfregar, torcer e enxaguar, área para produtos (sabão, escova, amaciante), espaço para a roupa torcida (varal?)

deixar roupa de molho - reservatório para deixar de molho ou espaço para esse reservatório (bacia onde a pessoa traz e leva as roupas)

lavar louça (pode ser o mesmo espaço para lavar roupa?) - área para secar, área para produtos

tomar banho - chuveiro, chuveirinho, box para trocar de roupa, área seca para roupa e sapatos

brincar (crianças) - piscina, chafariz, escorrega, brinquedos

coletar água para usos domésticos (lavar louça, cozinhar e beber em casos extremos) - bicas, reservatórios conectável

* FILTRO/TRATAMENTO *