BushProof Safe Water Subscription, p.35
- Product Service Systems (PSS): as pessoas não precisam possuir o produto para usufruir dele. Ao invés de vender as bombas de água, elas são alugadas, o foco está no benefício (acesso a uma quantidade ilimitada de água potável).
- A empresa faz visitas regulares para realilzar a manutenção do sistema e obter feedback dos usuários que permite melhorias no produto.
- Grupos de usuários podem dividir o aluguel de uma mesma bomba.
- LifeStraw é um filtro (purificador) pessoal portátil
- A pesquisa de usuários em comunidades que já utilizavam o produto revelaram que as pessoas não estavam acostumadas a pagar nem tratar a água que bebiam; que algumas não podiam pagar pelo produto mesmo reconhecendo sua importância e eficiência; que tinham medo de que seus purificadores fossem roubados; que crianças pequenas tinham dificuldade de utilizá-lo
- A partir desses insights foram desenvolvidos:
- uma versão do produto para crianças
- material instrucional para ser utilizado por "agentes da saúde". Esse material (posteres e manuais) tem foco na relação da água limpa com a saúde (importância do produto), em explicar o que o produto faz e como utilizá-lo.
- Foi utilizada a pesquisa de usuários potenciais do sistema de filtragem water4life. A partir dessa pesquisa decidiu-se desenvolver 2 produtos, o primeiro produto é uma versão melhorada do purificador water4life e o segundo é um add-on para ser utilizado com as vasilhas já existentes nos lares da comunidade.
Esse é o projeto do Fernando Secomandi. É um sistema de filtragem, armazenamento e distribuição de água de chuva para favelas. O projeto foi desenvolvido a partir da observação do seguinte contexto:
- a purificação da água feita pela CEDAE utiliza muitos aditivos químicos e causa muito desperdício. tudo isso vai pros rios.
- as bombas utilizadas na distribuição da água pela cidade consomem muita energia.
- "gatos" consomem 50% da água tratada pela CEDAE (que não recebe por isso).
- a CEDAE não consegue instalar medidores em todas as áreas/casas das comunidades.
- os consumidores não têm recursos para pagar a CEDAE.
- mesmo com o sucesso de projetos como o favela-bairro, 9% dos moradores das favelas do Rio de Janeiro (200 mil pessoas) não têm acesso à água tratada da CEDAE, dependendo de alternativas como carros-pipa, nascentes, poços etc.
- converte água de chuva em água potável sem o uso de energia extra ou aditivos químicos.
- a laje continua disponível para utilização em outras atividades, já que o sistema é conversível.
- a estrutura pode ser utilizada para outros fins, como intalação de varal ou cercas.
- pode ser quase completamente produzido na própria comunidade, utilizando mão de obra e tecnologias locais e materiais já disponíveis.
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